March 23, 2010    ambiente social   intranet   web 2.0   corporativo   rede social  

web2.0corporativa

→ A inovação está chegando por aqui bem aos poucos.
Nos EUA a Procter & Gamble já adotou, assim como a IKEA e a Sodexo.

É a intranet de base 2.0, com recursos e funcionalidades sociais que agregam produtividade e motivação aos colaboradores - uma forma de integração global, seja qual for o porte da empresa.

A Visionello DGTL está com projetos em andamento para essas estruturas comunicacionais e em meio à muita pesquisa e análise de comunicação organizacional, levantou alguns pontos fundamentais para uma rede interna completa.

A receptividade de algumas empresas está sendo bem aceita, felizmente, e o que quer dizer que o corporativo urge por mudanças assim, mudanças sociais.

Segundo estudo recente da Universidade de Melbourne, na Austrália, colaboradores que utilizam redes sociais são 9% mais produtivos do que aqueles que não usam. E se a própria rede social for a da empresa, totalmente customizada às necessidades de comunicação?

Claro que cada rede muda de uma companhia para a outra. As mais completas possibilitam que cada colaborador tenha o seu próprio profile e que possam inserir seus interesses e dão a possibilidade de se integrar com outros colegas - de sua área ou não - somente pelos interesses em filmes e hobbies.

RELACIONAMENTO
Essa mudança na comunicação interna exige mais do lado comportamental da empresa e do colaborador e vai além de qualquer relação de trabalho, estabelece um novo relacionamento.

Cada corporação também tem o seu modo próprio de adquirir conhecimento e promover a troca. O ambiente social é o caminho mais firme e seguro, já que a comunicação consegue ser muito mais rápida e no caso das multinacionais, acabam falando a mesma língua. Alguns recursos contemplam a tradução real-time para variados idiomas.

O ENGAJAMENTO é a próxima(primeira) ação.
Apresentar aos empregados uma nova forma de ver e se comunicar na empresa requer tempo e sim, muita paciência. Até porque a rede em si incentiva novas ideias e traz uma desorganização positiva. Todos querem colaborar e deixar de lado um pouco o formalismo que toma conta do lado corporativo de megas reuniões para se apresentar uma ideia ou sugestão.

Quer dizer, o gerente da área “X” pode deixar uma mensagem formal no profile do seu colega da área “Y” sobre um relatório e postar um texto bem humorado sobre inovação em seu blog. Isso ao mesmo tempo em que subiu um vídeo de um café da manhã, em uma conversa com o presidente da empresa. Esses conteúdos de textos e vídeo ficará acessível a todos.

(IN)FORMALISMO
O formalismo já era quando se fala em Web 2.0 ou mesmo no novo Ambiente Social Corporativo.
E não precisa ser um grande entendedor para saber lidar com a rede. Além da intuição, a funcionalidade é feita sob medida e ao trabalho de um bom designer de user experience para saber as necessidades, além de facilitar e otimizar o uso na intranet.

A socialização com o novo ainda é uma grande obstáculo para as empresas. Os executivos precisam ter uma visão direta dessa questão do 2.0 no corporativo. Ok, é preciso trabalhar o bom senso dos colaboradores na rede, mas de que adianta não fazê-lo antecedendo o despreparo deles?

Uma rede fechada de intranet 2.0 não é um grande passo externo da companhia. É uma maneira de interação completa da empresa, ainda mais quando se fala em um espaço democrático.

Fora as funcionalidades discutidas, o colaborador, por meio de um widget pode, por exemplo, fazer o seu trabalho, conversar em tempo real com o seu diretor pelo chat e sincronizar a própria agenda (protegida por login e senha) de compromissos pessoais e profissionais, com a agenda da empresa, de eventos e reuniões das áreas.

WIKI CORPORATIVO
Além de ser uma fonte de conhecimento geral, é uma fonte de conhecimento da história da empresa. É muito possível apresentar para um novo colaborador toda a história da companhia pelo wiki, outro recurso inserido na rede. Fora que cada colaborador pode escrever um pouco sobre a companhia, sua própria trajetória de carreira lá dentro e todos aos poucos vão (re)escrevendo a história.

Todos querem dar uma opinião. É um lado democrático que aparece no meio dos negócios e revoluciona pela modernidade e transformação na comunicação.

É bom por ora deixar alguns números de lado, sem pensar o quanto pode economizar uma corporação com uma rede dessas (e a economia não é pouca). O interesse é pensar no humano - seus interesses, prazos, metas - e na pessoa que tem seu trabalho e está disponível aos mandos e demandos dele.

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